Gostou do post? Leia também: O caminho para a fluência em inglês
Anos 80, a música pop dominava as paradas de sucesso de todas as rádios (e não, não existia internet,
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| os hits eram ouvidos nas fitas k7 ou no vinil...#nostalgia |
Sendo uma criança nessa época era quase
impossível não conhecer pelo menos um hit desses artistas e começar
automaticamente a desenvolver um ‘embromation’ na tentativa ingênua de
acompanhar a música. Ok,
fofo, até vir a vida escolar e você cantar _do seu jeito_ perto do seu grupo de ‘amigos’
e eles perceberem que há algo no mínimo estranho com o seu inglês.
Mas, na verdade, não foi bem isso o que me
levou a ter vontade de aprender um segundo idioma. A curiosidade para saber se
aquela canção era de amizade, amor, protesto ou apenas diversão era maior que
tudo. Afinal eu não sabia o que estava sendo dito, mas quem escreveu queria
passar uma ‘mensagem’ e, sim, eu queria saber exatamente que mensagem era
aquela e se valia a pena ‘repassá-la’ ouvindo no último volume.
Como frequentar um curso de idiomas na minha
cidade era impossível/ inacessível o jeito foi me contentar com o que aprendia
na escola (que, de verdade, não era pouco e me fazia bem feliz). Aí vieram
cores, números, alguns verbos básicos, mas nada que pudesse me afastar do
dicionário por muito tempo.




















