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Anos 80, a música pop dominava as paradas de sucesso de todas as rádios (e não, não existia internet, nem aqueles aplicativos nos quais dá para escolher apenas as canções do seu artista favorito para serem tocadas em ordem aleatória). Esse pop era liderado por nomes como Michael Jackson, George Michael, Madonna, Whitney Houston e bandas como Duran Duran, U2 e A-ha.


os hits eram ouvidos nas fitas k7 ou no vinil...#nostalgia


 Sendo uma criança nessa época era quase impossível não conhecer pelo menos um hit desses artistas e começar automaticamente a desenvolver um ‘embromation’ na tentativa ingênua de acompanhar a música. Ok, fofo, até vir a vida escolar e você cantar _do seu jeito_ perto do seu grupo de ‘amigos’ e eles perceberem que há algo no mínimo estranho com o seu inglês.

 Mas, na verdade, não foi bem isso o que me levou a ter vontade de aprender um segundo idioma. A curiosidade para saber se aquela canção era de amizade, amor, protesto ou apenas diversão era maior que tudo. Afinal eu não sabia o que estava sendo dito, mas quem escreveu queria passar uma ‘mensagem’ e, sim, eu queria saber exatamente que mensagem era aquela e se valia a pena ‘repassá-la’ ouvindo no último volume.
toda música tem uma mensagem...
 Como frequentar um curso de idiomas na minha cidade era impossível/ inacessível o jeito foi me contentar com o que aprendia na escola (que, de verdade, não era pouco e me fazia bem feliz). Aí vieram cores, números, alguns verbos básicos, mas nada que pudesse me afastar do dicionário por muito tempo.
TO BE CONTINUED...

hey! esse post é uma série, não deixe de ler a segunda parte do texto aqui!!! 
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 No mundo globalizado, falar inglês deixou de ser diferencial e passou a ser necessidade há algum tempo. E, assim, dependendo da área em que se trabalha não basta apenas saber se comunicar ou entender o que estão falando com você, é preciso ser fluente. Mas você sabe dizer o que essa fluência significa?




 Se você lê um texto, mas não consegue ver um filme sem recorrer às legendas ou se escreve mas ainda faltam palavras na hora de conversar com aquele seu amigo na internet, sinto informar que sua fluência ainda não está completa.

 O grande passo para alcançar a fluência no Inglês (ou em qualquer outro idioma) é praticar as quatro habilidades linguísticas: escrita (writing), fala (speaking), escuta (listening) e leitura (reading).

 Aí o leitor deve estar se perguntando:

 _ Mas se é tão simples, como as pessoas levam anos estudando e não saem do nível básico?

 O problema é que, geralmente, acabamos focando mais na habilidade em que somos melhores... Assim, quem gosta de ler acaba comprando vários livros e desenvolvendo um bom vocabulário rapidamente mas, se não houver um audiobook junto, muito provavelmente aparecerá algum problema de pronúncia, pois as palavras foram lidas sem codificar sua representação fonética.

 Já uma pessoa que convive com estrangeiros pode até adquirir um vocabulário extenso, porém, na hora de escrever,  poderá encontrar dificuldades e apresentar erros de escrita. Afinal, fica meio difícil pedir para alguém soletrar uma palavra a cada momento durante uma conversação.

 Então, qual habilidade é mais importante?



 Bem, quem deseja falar inglês muito provavelmente diria speakingMas falar qualquer coisa faz você se fazer entender e não 'conversar' propriamente dito. O ideal na hora de estudar é combinar os grupos de linguagem listening x speaking e reading x writing. Assim, os resultados aparecem de forma mais sólida e seu caminho para a fluência em língua estrangeira será menos árduo e com resultados positivos e duradouros.


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Hello! How are you? Você quer estudar inglês mas ainda não tem ideia de como começar? Seus problemas acabaram! Nesse post vou compartilhar com você três dicas super eficientes para iniciar seu caminho para falar inglês mais e melhor!

1. Crie uma rotina de estudo


estude sempre no mesmo horário e dia da semana


Não tem como estudar todo dia? Tá bom, sabemos que o dia de todo mundo é corrido atualmente, ainda mais quem vive em grandes centros urbanos, mas tente estudar sempre no mesmo horário e, se possível, nos mesmos dias da semana.
->Comece de uma forma que seja possível acompanhar a longo prazo.

Se, por exemplo, sua folga for somente aos domingos, escolha um horário tranquilo e inicie; nem que seja uma vez na semana, tudo bem, é o seu ritmo, lembra?  

Ah, o horário também é importante. Eu, particularmente ‘funciono’ melhor durante o dia, mas se o seu tempo ‘livre’ for em outra hora, escolha a noite e procure sempre dedicar a mesma quantidade de minutos para seu estudo. Não faz mal, se, num primeiro momento, forem apenas 10 minutos, o legal é que esse tempo possa ir aumentando conforme os resultados positivos começarem a aparecer.

2. Anote o que for diferente


Um belo dia você está na rua e vê uma palavra em inglês totalmente desconhecida. Anote assim que possível e procure o que ela quer dizer!

Não dá para andar com caderninho? Use o celular mesmo _aqui recomendo o bloco de notas, nada de câmera_, já que fotografamos tanta coisa que a sua dica de estudo pode se ‘perder’ no meio das selfies ou dos vídeos super fofos do seu bichinho de estimação. 


3. Insira o inglês no seu cotidiano


Mude o idioma de algo que você usa com frequência

Essa aqui é a mais prática e acessível, porém é preciso coragem haha

Mude o idioma de algo que você usa com frequência: pode ser o computador, o seu perfil na rede social, o celular, o menu da televisão. 

Aí você me pergunta: mas, Lu, porque algo que eu uso? Ao usar diariamente o app, os comandos se tornam conhecidos, assim não vai ser difícil entender todas as palavras em inglês que surgirem.

Espero que essas dicas possam te auxiliar de alguma forma! Take care!

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